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Dia 24 de outubro é o Dia Mundial de Combate a Poliomielite

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Dia 24 de outubro é o Dia Mundial de Combate a Poliomielite, conhecida também como paralisia infantil, é uma doença contagiosa aguda causada por vírus que pode infectar crianças e adultos, e em casos graves, pode acarretar paralisia dos membros inferiores.

A vacina é a única forma de se evitar a doença, mas infelizmente alguns pais estão negligenciando na vacinação de seus filhos, o que pode levar a volta da doença no Brasil, onde o mal está erradicado.

A reportagem do Portal Metrópole de Notícias ouviu o Engenheiro Israel Pedi, Presidente do Rotary Club Osvaldo Cruz. “P Rotary já vem com esse trabalho de combate a poliomielite desde 1979, quando o clube de serviços realizou a primeira vacinação. Dia 24 de outubro, na realidade, é uma homenagem ao membro da equipe que desenvolveu a vacina da pólio chamado Jonas Salk. O Rotary desde 1979 vem desenvolvendo esse trabalho de erradicação da pólio, e chegamos a uma diminuição da pólio com as vacinações que foram desenvolvidas, atingindo a marca de 99,9% em todo mundo. De uns tempos para cá, esse volume de vacinação tem caído bastante e a nossa luta é para que isso ocorra, que os pais não deixem de vacinar seus filhos. Nós temos uma geração que não conviveu com a paralisia infantil, graças a esse trabalho de vacinação desenvolvido pelo Rotary nesses 45 anos.”, disse.

No último sábado (19), foi feito um trabalho de panfletagem na Avenida Brasil, centro de Osvaldo Cruz, com a conscientização sobre a importância da vacinação. Além disso, os integrantes do Rotary vão visitar também as escolas e creches locais.

Quem também falou com a reportagem do Portal Metrópole de Notícias, a professora e Enfermeira Rosana Fiorussi Galtieri, Presidente da Casa da Amizade do Rotary. “Como professora e enfermeira tenho a dizer que a única forma de não ter a doença é se vacinando. A pólio é uma doença que acomete crianças e a debilita para o resto da vida e a gente já teve isso no passado. Era muito triste, porque a gente não vê a criança crescer e desenvolver do jeito que é pra ser. Diante disso vamos pensar o seguinte: se a gente parar com a imunização ou ela ficar deficitária hoje, daqui 10 anos a gente vai ter em média 200 mil casos de poliomielite, ou seja, vai causar dor e angústia para a criança, gasto para a família e para o Estado. Então, o nosso trabalho é que as pessoas levem suas crianças para tomarem a gotinha.  A gotinha não tem contraindicação, não dói e a gente conta com os pais. Sabemos que durante a pandemia e um pouco antes houve algumas unidades de saúde que ficaram deficitárias em algumas vacinas, mas nunca da pólio. E as pessoas parecem que pararam de acreditar na imunização e isso é um erro muito grande. Por isso, nosso trabalho é levar a conscientização a população, principalmente das mães, para elas vacinarem seus filhos.”, disse.

Rosana Fiorussi Galtieri destacou ainda o investimento feito pelo Rotary Club para fazer com que essa vacina chegue ao destino correto. “A gente tem um investimento alto do Rotary Internacional em navios, barcos, motos, carros e outros tipos de veículos para que a vacina, que tem a sua temperatura certa para manter a qualidade, chegue até os pontos mais distantes. Hoje temos alguns casos no Paquistão e no Afeganistão, aqui no Brasil já está controlada, mas a gente depende da conscientização das pessoas para que continuem vacinando seus filhos.”, finalizou.

No ano que vem, o Rotary Club através da Casa da Amizade, terá o Projeto Materno-Infantil, e um programa novo nas creches visando o esclarecimento das mães e funcionários quanto a importância da vacina.

FONTE: Metrópole FM
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